Saúde digital: como essa transformação afeta as pessoas

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O avanço tecnológico chegou na área da saúde para ficar e o seu intuito é reduzir as deficiências existentes na prestação de cuidados ao paciente, a fim de tornar a medicina mais personalizada. Para entender melhor como isso funciona, é fundamental que você saiba o que é saúde digital.

Trata-se de uma transformação em que se utiliza ferramentas e recursos inovadores para melhorar a qualidade de vida da população e auxiliar na prevenção de doenças. Pensando na sua importância e nos impactos gerados na vida das pessoas e profissionais, elaboramos este conteúdo para explicar os principais pontos desse conceito. Acompanhe!

O que é saúde digital?

Podemos dizer que é a junção da tecnologia e da saúde, por meio de dispositivos tecnológicos, com a finalidade de propiciar os melhores recursos médicos para prevenir, tratar e combater doenças, realizar pesquisas, além de promover o aprendizado e treinamento. Ou seja, monitorar a saúde populacional.

Por esse motivo, a maior parte das ações em saúde digital consiste em centralizar informações relativas aos pacientes, por exemplo, consultas, medicamentos, exames, entre outros, a partir da integração de sistemas com a tecnologia existente. De modo geral, é um processo colaborativo que tem como fundamento a interação de mecanismos para construir soluções em conjunto.

Para que serve?

A saúde digital busca a prevenção do bem-estar de cada pessoa. Ao ser incorporada ao SUS, trata o reconhecimento de uma prática de melhoria dos serviços de saúde, por meio da disponibilização e uso de dados complexos, precisos e seguros. Isso é útil para agilizar e aprimorar a qualidade e atenção nos processos.

Contudo, para que essa ação seja efetivada, é necessário o empenho nas três esferas do governo e no setor privado, gerando benefícios para cidadãos, pacientes, profissionais e organizações de saúde.

A inclusão de aplicativos no cuidado à saúde também veio para revolucionar a relação entre o médico e o paciente, assim como o tratamento do ser humano com todo o sistema de saúde. Com essas ferramentas é possível:

  • marcar consultas e exames;
  • avisar a chegada dos pacientes em consultas, hospitais de emergências e demais procedimentos pré-agendados.
  • receber resultados de exames;
  • controlar e registrar os sinais vitais dos pacientes, que podem servir de auxílio para o diagnóstico médico;
  • acompanhar as práticas de alimentação e exercícios físicos, conforme as recomendações médicas, entre outros.

Qual é a legislação aplicável na saúde digital?

O principal apoio à saúde digital vem de resoluções criadas pela Organização Mundial da Saúde. A WHA 71.7 (Digital Health), de maio de 2018, é constituída por requisições para fortalecer as iniciativas da saúde digital por todo o mundo.

Tratando-se de norma nacional, o Ministério da Saúde estabeleceu, por meio da Resolução CIT nº 19, de 22 de junho de 2017, a estratégia de saúde digital no Brasil, conhecida como digiSUS, que tem como alvo elevar a qualidade e aumentar o acesso à atenção no Serviço Único de Saúde. A expectativa é que, até o ano de 2020, a e-Saúde esteja incorporada ao SUS como uma forma aprimorada e fundamental de atendimento.

Além disso, podemos citar a Resolução CIT n° 6/13 que versa sobre as regras para a implementação de novos recursos, sistemas de informação em saúde ou versões atualizadas de softwares. Também há a Resolução CIT n° 7/16, que estabelece o prontuário eletrônico para registro das ações de saúde na atenção básica. Já o Telessaúde, que é um serviço específico de iniciativa do Ministério da Saúde, tem a sua própria legislação.

Qual é o futuro da medicina e da saúde?

De fato, as inovações tecnológicas disponíveis no mercado sempre geraram impactos no setor da saúde e medicina, viabilizando avanços positivos com a criação de equipamentos e sistemas que possibilitam a transmissão e compartilhamento de dados, independentemente do local.

Com a popularização da internet e promoção do acesso à informação, pesquisadores e profissionais da saúde buscaram por novas oportunidades para expandir a execução de serviços e prevenção de doenças.

E assim surgiram mecanismos importantes, como o big data, aplicativos próprios, automação, telemedicina, automação e demais itens que se tornaram realidade ou grandes tendências para os anos seguintes, trazendo muitas expectativas. Um exemplo delas é a edição genética para a cura de doenças.

Além disso, essas tecnologias favorecem uma maior conscientização, de modo que os pacientes também começam a ter uma função mais colaborativa na promoção do seu bem-estar e da sociedade.

Diante disso, a saúde digital deve impactar o futuro da medicina e saúde de maneira ampla. E o melhor de tudo: essas mudanças já começaram. Um bom exemplo, é a utilização de robôs para auxiliar em diagnósticos mais reais, realização de cirurgias e demais. Essa inovação tem gerado diversos benefícios, como a diminuição da extensão das cicatrizes, já que é feito com base em cortes mínimos.

Em que se baseia a revolução da saúde digital?

A saúde digital se baseia em uma cadeia colaborativa, na qual os sistemas se comunicam, cooperam e interagem com os indivíduos e, assim, procuram prevenir e evitar doenças. Isso representa uma revolução na maneira de pensar na saúde, priorizando a qualidade de vida e a longevidade. Ou seja, é mais que a eliminação de doenças, é a procura pelo bem-estar físico e mental.

Para alcançar esse objetivo, cerca de 480 instituições no Brasil, formaram a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), com o intuito de uniformizar as expressões e informações para a utilização de ferramentas médicas para o aprimoramento das condições de saúde.

Essas tecnologias foram divididas em quatro categorias principais, são elas:

  • equipamentos médicos: itens utilizados para realizar diagnósticos por meio de exames que colaboram para a realização do laudo médico;
  • dispositivos médicos: são instrumentos usados para prevenção, diagnóstico e tratamento de sintomas ou enfermidades;
  • diagnóstico in vitro: são os equipamentos, aparelhos ou reagentes, utilizados para examinar amostras de tecidos humanos;
  • saúde digital: abrange serviços ou produtos que usam a tecnologia para a instrução, diagnóstico, monitoramento e atendimento à distância.

Quais são os benefícios da saúde digital?

A saúde digital traz uma série de vantagens aos profissionais, pacientes e sociedade. Por isso, a cada dia se buscam novos métodos para a expansão do uso das tecnologias na promoção universal da qualidade de vida. Veja, a seguir, os seus principais benefícios na saúde!

Comodidade

A comodidade ocorre a partir do momento em que é possível comparecer a consultas e receber laudos médicos à distância, sem perder a aproximação entre médico e paciente. Isso economiza tempo, custos com transporte e traz mais conforto a ambas as partes.

Automação dos processos

Com a automação dos processos, as unidades de saúde podem reduzir as falhas e custos, mediante o uso da otimização de atividades repetitivas. Isso gera melhoria na assistência, reunindo e organizando informações dos pacientes e dos serviços de saúde.

Auxílio ao diagnóstico

Os aplicativos e bancos de dados juntam informações relacionadas aos pacientes, ajudando em diagnósticos mais corretos. Ao acessar os dados, os médicos conseguem obter referências sobre resultados de exames anteriores, cirurgias já realizadas, consultas, doenças e hábitos da pessoa.

Controle e apoio ao paciente

Com a utilização de recursos e ferramentas adequadas, os pacientes desenvolvem funções relevantes na prevenção, controle e tratamento das doenças. Os mecanismos mostram e armazenam dados importantes, como as calorias gastas, frequência cardíaca, além de alertar quando chega a hora de tomar algum medicamento.

Além do mais, isso permite o compartilhamento de informações relevantes à saúde do paciente, com os médicos e demais profissionais que compõem a equipe que está responsável por seu acompanhamento.

Quais são os principais desafios da saúde digital?

Um dos grandes desafios é a ampla normatização das ações em saúde digital, por exemplo, os aplicativos específicos para esse fim. Em um mundo dividido, a informação pode ser seccionada por vários indivíduos ou organizações.

Em 2017, existiam em torno de 10 mil aplicativos ligados à saúde mental disponíveis para smartphones e tablets, onde muitos tinham recomendações verdadeiras, enquanto outros espalhavam informações que poderiam prejudicar a saúde das pessoas.

No Brasil, as principais dificuldades estão nos investimentos em ferramentas modernas, além da separação entre produção científica feita nas faculdades e mercado. Outro desafio é a limitação de qualificação profissional em saúde digital.

Esse conceito ainda começa a se desenvolver no país, mas muitas coisas precisam ser feitas, já que essa é uma evolução que acontecerá, até mesmo, pelas exigências e novas demandas do mercado, que vive uma nova era.

Confira, a seguir, um pouco mais sobre essa busca em estar dentro do que o dia a dia propõe para essas áreas.

Hospitais

Alguns hospitais já estão investindo em tecnologias que vão além do prontuário eletrônico do paciente, por exemplo. Mas esse é um longo processo, já que existem muitas instituições que ainda não são informatizadas.

Esse é um processo que precisa ser resolvido antes de procurar o alcance de um certo grau de saúde digital. Além do mais, é imprescindível estar aberto para a inovação, integrando uma equipe de TI como uma das medidas primordial quando falamos em estratégia.

Operadoras de planos de saúde

Elas, por sua vez, usufruem de um nível de informação maior e com padronização no sistema de armazenamento de dados. No entanto, ainda é necessário investir em recursos que otimizem o gerenciamento e propiciem novas opções aos beneficiários.

Isso ocorre a partir do momento em que passam a atuar de forma mais inteligente, com a ajuda da medicina preditiva e preventiva, entendendo o comportamento dos pacientes e, assim, atender melhor às necessidades de todos. Atualmente, já existem sistemas que monitoram a saúde dos usuários, para que as operadoras direcionem os tratamentos conforme os problemas encontrados.

Medicina diagnóstica

Os centros de medicina diagnóstica estão passando por uma fase de reestruturação importante. A expectativa é que muitos exames laboratoriais e diagnósticos sejam realizados por intermédio da Internet das Coisas, com dispositivos ligados ao paciente.

Para isso, diversas soluções estão sendo integradas para gerar um melhor atendimento. Para identificar com assertividade uma pessoa com diabetes, por exemplo, além da análise dos exames feitos, sua alimentação e prática de exercícios físicos também são monitoradas.

Saúde pública

A saúde pública tem um longo caminho para percorrer até se tornar digital, principalmente pela falta de infraestrutura, informatização e medicamentos. São problemas sérios e que precisam ser solucionados antes de qualquer coisa.

A realidade vivida é uma superlotação, com pacientes por todos os lados — muitos, inclusive, sem leitos. Os registros são feitos em papéis, correndo sérios riscos de danificação ou perdas, sem mencionar várias outras consequências do descaso a esse setor. Para atingir o nível de saúde digital é necessário, primeiramente, resolver essas questões e, só depois, adotar novas tecnologias.

Como ela impacta a vida das pessoas?

A expansão da saúde digital com o uso da tecnologia gera diversos impactos na assistência. As opções são enormes, tendo em vista que, com a posse das informações fornecidas por essas ferramentas, os profissionais adquirem um fundamento importante que auxilia na entrega de produtos e serviços mais adequados — ou seja, aquilo que o paciente está buscando na hora certa.

Monitoramento

A evolução e crescimento dos dispositivos influenciam, também, na atuação da medicina preditiva, que se baseia em avaliações feitas com referências clínicas já existentes sobre o paciente e seus hábitos, possibilitando a identificação de eventuais riscos à saúde. Os aplicativos podem servir como auxílio para realizar o monitoramento de doentes crônicos ou, até mesmo, impedir que as doenças se manifestem ou agravem.

Eles podem funcionar como uma espécie de conselheiro médico de bolso, que ajuda no bem-estar dos indivíduos, indicando o que deve ser feito e o que precisa ser evitado. Tudo isso para que o paciente aumente sua longevidade com qualidade.

Otimização de tempo

Além da contribuição com o cuidado, os aplicativos de saúde podem ser úteis também nas questões de resoluções de brechas, como o grande tempo de espera por atendimentos nos hospitais, viabilidade de realização de check-in na hora da chegada a unidade de saúde etc.

Com uma ferramenta eletrônica, o acesso ao histórico do paciente é imediato, o que economiza o tempo que costuma ser utilizado para o cadastro na recepção e torna o atendimento mais rápido, em geral.

Além disso, todas as informações arquivadas pelos sistemas e redes sociais podem ser bastante importantes, tendo em vista que elas podem ser transformadas em decisões que geram impactos relevantes e que modificam toda a forma de funcionamento do sistema de saúde.

Quais são os exemplos práticos de saúde digital?

Existem diversos exemplos que podemos dar sobre a saúde digital, já que a tecnologia é muito ampla e se renova frequentemente. Então, separamos algumas dessas inovações para que você conheça. Confira!

Telessaúde

A telessaúde usa os dispositivos médicos para a coleta de dados em tempo real e controla o indivíduo em suas atividades rotineiras com sugestões, usando algoritmos e inteligência artificial.

Dessa forma, é possível monitorar vários pontos, como os sinais vitais, a qualidade dos alimentos consumidos, entre outros, orientando as condutas apropriadas e que devem ser tomadas como forma de melhorar a qualidade de vida e prevenir doenças.

Telemedicina

Com ela, é possível usar os aparelhos médicos em locais remotos, que não têm especialistas. Ao integrá-los com uma plataforma de telemedicina em nuvem, são fornecidos laudos a distância, assinados digitalmente por profissionais qualificados para o diagnóstico de doenças. Essa ferramenta faz parte de uma transição que possibilitou a conciliação de máquinas e dispositivos móveis, capazes de reunir informações em forma de dados.

Esses dados são captados e interpretados por algoritmos de inteligência artificial, que conseguem sugerir práticas para qualquer pessoa que esteja conectada por intermédio de um smartphone, por exemplo, e com isso gerar uma melhora no bem-estar e, consequentemente, no aumento da expectativa de vida.

Hospitais e clínicas também podem contar com o conhecimento dos profissionais de telemedicina para uma segunda opinião relacionada a exames. Dessa forma, não é necessário investir na contratação de uma equipe com vários especialistas, economizando com as despesas trabalhistas.

Armazenamento em nuvem

Como benefícios, a tecnologia propicia também o armazenamento de arquivos em nuvem, que podem ser acessados a qualquer hora e lugar, mediante login e senha. As informações podem ser compartilhadas e conferida com demais registros, apenas fazendo uma pesquisa na plataforma. Trata-se de um processo seguro, e regulamentado pelo Ministério da Saúde e Conselho Federal de medicina.

Prescrição eletrônica

Nos dias atuais, existem sistemas desenvolvidos para simplificar o preenchimento de prescrições médicas. Esses modelos apresentam várias vantagens, como a organização, facilidade de leitura, redução dos erros e praticidade.

Além disso, pode resultar em avanços importantes, como a padronização de medicamentos e dietas, minimização do tempo gasto para fazer a prescrição, diminuição das burocracias dos processos, entre outros.

Prontuário eletrônico médico e de saúde

O prontuário eletrônico do paciente trata-se de um documento digital e unificado, criado para reunir informações relativas ao histórico clínico do paciente. A maioria das unidades de saúde no Brasil já conta com softwares para armazenar os dados sobre os indivíduos.

A função do prontuário eletrônico é agilizar o atendimento ao paciente, diminuindo o nível de erros em marcações de consultas. Além disso, favorece a economia de gastos, visto que ele permite a liberação dos colaboradores de tarefas repetitivas, para que realizem outras funções importantes para a rotina do local.

Cuidado centrado na pessoa

Para se manter saudável é necessário adotar bons hábitos e, assim, evitar o acometimento de doenças. Ocorre que nem sempre os tratamentos convencionais estão atentos à autonomia e saúde global do paciente, tal como seu bem-estar social e mental.

O cuidado centrado na pessoa, é uma medida com benefícios já identificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que pretende se tornar muito eficaz por promover um tratamento mais humano, acolhedor e integrado entre o profissional de saúde e o paciente.

Nesse caso, não são só a doença e seus sintoma que têm importância, mas também os aspectos psicológicos, emocionais e a relação entre o médico e sua equipe. Essa prática compreende que cada ser humano é único e, por isso, precisa ser tratado de acordo com suas especificidades.

A ideia é de que o paciente não é somente um nome em um prontuário e um grupo de sintomas e diagnósticos, mas alguém com necessidades que precisam ser consideradas para que o tratamento tenha sucesso.

Além do mais, essa prática prioriza a autonomia dos pacientes. Em muitos casos, a pessoa entende pouco sobre o seu estado de saúde e nem sabe por que está fazendo o tratamento recomendado pelo médico. Quando isso acontece, as probabilidades de não terminá-lo são maiores. Por outro lado, ao conhecer o próprio corpo ou entender seu estado, as chances de êxito aumentam, por conta da motivação.

Empoderamento do paciente

Incentivar o empoderamento do paciente quer dizer proporcionar o desenvolvimento e a adoção de políticas, medidas e serviços de saúde que capacitem os indivíduos a se envolverem nas tomadas de decisões.

Dessa forma, ele poderá administrar sua condição conforme sua preferência. Ou seja, de certo modo, essa técnica funciona como uma ação educativa para aprimorar a sua capacidade de pensamento crítico e de ação autônoma. Esses itens são essenciais para o tratamento de doenças crônicas ou para casos de emergência.

Como os profissionais têm se preparado para a saúde digital?

Os avanços ocorridos com a implementação da saúde digital, exigem uma alteração nos paradigmas entre os profissionais da área, pois a exigência vai além dos conhecimentos já adquiridos por ser um ramo diferenciado. Para isso, é preciso que compreendam sobre o funcionamento da internet, aplicativos e outras ferramentas digitais para que as unidades de saúde possam contar com os serviços digitais de forma eficiente.

Ainda são poucos os profissionais que compõem a equipe de saúde e que tenham realizado algum treinamento ou curso no ramo de tecnologia da informação. No entanto, a maioria dos médicos e membros da equipe de enfermagem entendem que são incontestáveis as mudanças e melhorias que a adoção de sistemas eletrônicos pode gerar para os processos de trabalho.

Além disso, eles também têm uma visão positiva em relação ao aprimoramento de todos os processos de atendimento ao cliente e da busca pelo bem-estar de todos. Mesmo com esse entendimento, as iniciativas de qualificação dos profissionais de saúde têm aparecido de uma forma mais lenta do que o esperado.

A saúde digital surgiu com a perspectiva de promover melhor qualidade de vida do paciente e um atendimento mais eficaz, por meio da utilização de tecnologias que geram diversos benefícios para todos os envolvidos no processo.

Apesar de sua implementação ser lenta, devido a várias deficiências encontradas do sistema de saúde brasileiro, é uma prática que vem sendo investida aos poucos e que promove um modelo muito mais humanizado. A My Saúde é um ótimo exemplo dessa revolução digital.

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